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Publicado em 7 de novembro de 2020


Favela, da terra ao concreto

Josué David Praciano
Raquel V. B. de Oliveira

    Ao pensar no cenário da cidade do Rio de Janeiro, é impossível não se deparar com a forte presença das comunidades e o seu valor que vai de histórico a um símbolo da constante luta de classes. Usando como referência o livro de Geovani Martins “Sol sob a cabeça”, este projeto pretende trazer um acervo tanto visual quanto escrito do ‘’Morro do Vidigal”, relacionando a sua importância para a vivência da cidade. 

PALAVRAS-CHAVE: Projeto de extensão. Literatura nas comunidades. Vidigal. Rio de Janeiro.


 

Lima Barreto e a viagem de "cascadura à Garnier"

Fabiana Angelim Machado

  O presente artigo busca olhar para o Rio de Janeiro sob a perspectiva das crônicas de Lima Barreto. Nesse sentido, será feita uma análise da crônica “de Cascadura à Garnier”, com o objetivo de salientar a cidade e a modernidade.


PALAVRAS-CHAVES: Lima Barreto, crônica, Rio de Janeiro, modernidade.


 

O Discurso da medicina, homeopatia e botânica do século XIX nos teatros de Machado de Assis e Júlio Dinis

Jorge Eduardo Magalhães de Mendonça (Pós-Doutorado)

 
RESUMO: Este trabalho visa aprofundar e promover uma análise sobre os discursos sobre a Medicina, a Botânica e a Homeopatia no século XIX, através das peças Não consultes os médicos, Lição de botânica e O caminho da porta; de Machado de Assis; Um segredo de família e Similia similibus, de Júlio Dinis. No trabalho será possível analisar uma visãoexperimental e sem nenhuma comprovação de eficácia dessas ciências, muitas vezes ridicularizadas e classificadas como charlatanismo, as quais seus propagadores e defensores são vistos como pessoas sem credibilidade. Serão brevemente comentados os romance Dom Casmurro, Quincas Borba e Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis; os romances As pupilas do senhor reitor e Uma família inglesa, de Júlio Dinis  e as peças O doente imaginário e Tartufo ou o impostor, ambas de Molière como argumentos do tema estudado.

PALAVRAS-CHAVE: Teatro; Ciência; Machado de Assis; Júlio Dinis.


 

Literatura e experiência urbana: os espaços das igrejas na literatura

Nina Luíza Zied


    A presença de Igrejas Católicas Apostólicas Romanas no cenário do Rio de Janeiro, desde os primórdios de sua fundação, é constituída na herança da tradição Cristã trazida pelos próprios colonizadores para a estruturação do espaço urbano. Sabe-se que ao pensar em arquitetura religiosa, não se pensa apenas em erguer um templo, mas em um espaço de sociabilidade que participa ativamente da vida da cidade. Através de produções literárias recorrentes que tematizam a cidade como fenômeno urbano – com um foco nos períodos Imperial e colonial [finais do século XIX e início do XX] – o presente trabalho buscará a compreensão não só da cartografia e do desenho urbano da cidade, mas suas modificações, seus valores e a forma de representação do imaginário urbano nas obras estudadas.


PALAVRAS-CHAVE: tradição, igreja, fenômeno urbano, espaço sagrado.


 

Um Rio de Janeiro não natural

Ana Carolina Dantas Venâncio


    Deixarei de lado a tradição de “Cidade Maravilhosa” para tratar de um Rio de Janeiro soturno, abafado por músicas, belas paisagens, litoral convidativo e pessoas sorridentes. Este trabalho pretende abordar os mistérios de uma cidade nada natural, composta por cenários e personagens desconhecidos que vivem por aqui. Ouviremos algumas vozes que ecoam nesses cenários e nos revelam o lado noturno do Rio de Janeiro. Benjamim Costallat é uma dessas vozes, que em sua obra As Crônicas do Rio, escandalizou ao revelar a vida no submundo da cidade, numa narrativa chocante. Em entrevista de apresentação das Crônicas do Rio ao jornal, Benjamim Costallat respondeu assim, a dúvida sobre a veracidade das histórias: “Absolutamente verdadeiras, apenas olhei e narrei (...) e as personagens que passam pelos mistérios, foram observadas de perto”.

PALAVRAS-CHAVE: Rio de Janeiro. Crônicas. Mistérios. Sobrenatural.


 

O Rio de Janeiro de Madame Chrysanthème

Luan Douglas dos Santos


    Pretendemos oferecer uma abordagem em torno da temática das paisagens urbanas do Rio de Janeiro, a partir da produção literária de Madame hrysanthème. Com o objetivo de dar visibilidade à inserção dela no campo literário e, consequentemente, fornecer ao público leitor o suporte necessário para repensar as diversas faces do movimento de transformações ocorridos nos anos 20 na cidade do Rio de Janeiro. Através de uma vasta obra literária, Chrysanthème nos permite capturar esse movimento, especialmente em virtude de suas destacadas personagens ficcionais que desfilam por esse palco, às voltas com situações
modernas, em uma capital fervilhante.


PALAVRAS-CHAVE: Chrysanthème; Modernidade; Rio de Janeiro.


 

Desmitificando a Cidade Maravilhosa: a cultura popular das ruas do Rio de Janeiro

Rafael Pedro de Almeida Phelippe


    O futuro trabalho propõem uma desmistificação dos guias de viagem, com foco na cidade do Rio de Janeiro, que reforçaram a criação de uma imagem literária baseada em uma "cidade maravilhosa”. Para tanto, foi organizado três núcleos para abordar o tema estudado, eles são: 1- História e formação da cidade do Rio de Janeiro; 2- A construção literária dos iguias de viagem e; 3- A cultura popular dos grupos cariocas marginalizados. O primeiro núcleo visa promover uma fundamentação histórica do surgimento da cidade, como também suas primeiras formas de organização, atividades econômicas, disposição dos espaços públicos e retrato da população. Contextualizando também, o impacto do estabelecimento do Rio de Janeiro como cede da Coroa Portuguesa, as inspirações arquitetônicas trazidas da Europa, a influência portuguesa na construção de uma identidade nacional e as problemáticas desse processo. O segundo núcleo retrata a imagem literária da cidade fluminense através dos guias de viagem. Aponta quais eram os atrativos turísticos presentes nesses guias e questiona o fato de como, ao escrever sobre o Rio, muitos desses autores, transmitem uma ideia de uma cidade fragementada, colocando em cena aspectos de uma cidade que se quer europeia, civilizada e, assim, relegando as principais manifestações culturais da maior parte do seu povo às periferias, promovendo o apagamento histórico das culturas populares de origem afro diaspóricas. Em sequência, o terceiro núcleo trabalha em um resgate das culturas populares que fomentam o imaginário social dos grupos cariocas marginalizados. Reflete sobre as expressões de resistência desse povo frente às tentativas de sufocamento e reforça a importância de lutarmos pela construção de um espaço urbano que permita a circulação de saberes populares, crenças, práticas e lazer sem que nenhum grupo seja silenciado ou violentado. O método de pesquisa do trabalho é constituído através da leitura de guias de viagem, textos acadêmicos, dissertações, livros, jornais de época, depoimentos, músicas e outras produções culturais. Apresenta também, dados estatísticos que ilustram e comprovam alguns relatos apresentados na argumentação do texto.

Palavras-chave: Guias de viagem; culturas populares; Rio de Janeiro; desmistificação; resgate; resistência.


 

O olhar do estrangeiro: A visão de Stefan Zweig sob o Rio de Janeiro

Cecília Justen de Souza

   O presente artigo busca analisar as cartografias literárias do autor Stefan Zweig sobre a cidade do Rio de Janeiro, bem como seus últimos dias de vida identificados na sua literatura de isolamento em Petrópolis. A partir disso, o enfoque será sobre os livros: Brasil, País do Futuro (1941), de Stefan Zweig, no qual buscamos identificar o seu olhar estrangeiro na cidade maravilhosa; e Os Últimos Dias de Stefan Zweig (2010), de Laurent Seksik, a partir do qual atentaremos para a mudança de visão de Zweig sob o país que considerara do futuro. O objetivo desse artigo, é mostrar como o período histórico altera a perspectiva de vida do autor e seu ideal de país.


PALAVRAS-CHAVE: Stefan Zweig; Literatura de Isolamento; Cartografias literárias; Rio de Janeiro; Petrópolis.


 

O Rio Literário

Brenda do Santos Cerqueira


   A urbanização e a invenção da cidade moderna exerceram grande fascínio nos literatos, ensejando novas sociabilidades, pois o espaço urbano moderno tornou-se um cenário intenso, conflituoso e contraditório. Dessa forma, pretende analisar diferentes formas do fenômeno urbano, refletir a respeito de sua natureza, origem e transformação (ROLNICK) um fenômeno urbano, da modernidade na Europa, depois no Brasil e no Rio. Assim, cidades passaram a ser imortalizadas pela pena dos escritores. O presente trabalho, tem como objetivo analisar esses fenômenos ocorridos no Rio de Janeiro, cidade que aparece bastante na Literatura. Pois, a cidade se espelha em milhares de olhos. (BENJAMIN) para que seja possível fragmentá-la na esfera da modernidade. (RIO) Portanto, percorrer lugares famosos da cidade para demonstrar a importância da literatura e paisagem, literatura e cidade.


PALAVRAS-CHAVE: Rio de Janeiro; Cidade; Modernidade. Literatura.


 

Fotografias do Rio: o retrato da idealização de modernidade carioca nos postais antigos

Lucas Pessin¹


    Nos primeiros anos do século XX, a cidade do Rio de Janeiro, até então a capital o país, sofria com péssimos indicadores sociais. No que diz respeito ao planejamento urbano, a cidade carioca registrava vielas estreitas, mal iluminadas, úmidas e sem saneamento que, logicamente, facilitavam os surtos de doenças como a varíola; além disso, é crucial registrar o intenso fluxo de imigrantes e emigrantes para o Rio de Janeiro que ocasionava um crescimento urbano exponencial e descontrolado. Para tanto, assim como indicado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a intensa quantidade de novos residentes no Rio de Janeiro impulsionava o processo de moradias precárias, sem acesso ao mínimo de higiene, que se espalhavam pelo perímetro da cidade. O atraso moderno registrado no Rio de Janeiroera pauta na política do início do século XX, destaca-se Francisco Pereira Passos, nomeado prefeito da cidade por Rodrigues Alves 2 , que esteve à frente dos processos urbanos de modernidade carioca, objetivando uma espécie de “Paris tropical”.

   Pereira Passos, com claras referências às modernizações no espaço urbano parisiense elaboradas por Georges-Eugène Haussmann (1809-1891), arquiteta um plano para reconfigurar o espaço da cidade, transformando-a em um centro idealizado de modernidade. Modernidade, no quesito espaço, no século XX, está muito ligado, por exemplo, à expansão de avenidas e redes de transporte, abertura de centros artísticos e as construções de prédios colossais com arquiteturas ariadas. Popularmente, esse intenso período de obras no Rio de Janeiro ficou conhecido como “Bota-Abaixo”, que também teve seu lado excludente.

   Com isso, necessitava-se de uma divulgação maior para a cidade do Rio, a qual carregava o aparente símbolo da modernidade; desse modo, impulsiona-se a impressão de cartões-postais cariocas que idealizam uma capital urbanamente moderna e em constante progresso, mesclando o novo planejamento de cidade com a arquitetura e as artes. Para provar isso, traz-se quatro postais que circularam no Rio de Janeiro nos anos 1910 cujo objetivo é reforçar o progresso urbano carioca, assim registra-se os símbolos modernos e excluem os novos problemas sociais e demográficos que começavam a marcar presença, sendo esse o
objetivo dessa brevíssima apresentação da pesquisa.


PALAVRAS-CHAVE: Cartões-postais; Pereira Passos; modernidade; Rio de Janeiro

1 Graduando em Letras: Português-Literaturas (UFRJ), contemplado com bolsa de pesquisa acadêmica (PIBIC-UFRJ). Atua em pesquisa científica na área de análise de dados históricos, geralmente à luz da aplicação dateoria da recepção em jornais antigos, principalmente em contextos de ditadura e/ou autoritarismo político. Além da pesquisa, participa de extensões e eventos acadêmicos com temática voltada para memória cultural, história e literatura, ensino multidisciplinar
e divulgação científica.


Viaje Poético a Petropolis, de Carmem de Gelabert: Uma paisagem em movimento

 

Thifani Souza. 1
Ricardo Prati 2
Luciana Nascimento 3

 

    As relações entre literatura e paisagem são muito profícuas e formam quase uma relação de mutualismo. Independentemente do tipo de obra, do tipo de escola literária, a paisagem está sempre presente. Algumas vezes como pano de fundo, outras como destaque.
     O trabalho em questão se debruça sobre o livro Viaje Poético a Petropolis, de Carmen de Gelabert e busca identificar e detalhar as relações entre paisagem e
literatura, mostrando como a paisagem, seja natural ou construída, influencia na sociabilidade humana e em como vivenciamos o espaço que nos cerca.
   Aborda, ao mesmo tempo, sobre os vislumbramentos da autora no que concerne à beleza existente nas paisagens brasileiras, especificamente, as que observara em seu percurso da cidade do Rio de Janeiro à serra fluminense, e, a partir disso, faremos umparalelo ao olhar contemporâneo sobre essa mesma paisagem.
     Além disso, com base nos relatos do livro, falaremos também sobre os precursores, modelos ou escolas paisagísticas que influenciaram a composição espacial
das áreas livres da cidade de Petrópolis. 
  Assim, ao longo desse percurso histórico que estará presente no referido artigo e nos mais diversos gêneros literários que atravessaram e atravessam os variados tempos e contextos, nos debruçaremos em memórias, transformações urbanísticas, culturais, artísticas e sociais.

Palavras chave: Literatura; Paisagem e Petrópolis.

 

1 Thifani de Souza Pimentel. Licenciada em Letras – Literatura Brasileira pela Universidade Federal Fluminense e Acadêmica do curso de Paisagismo da Escola de Belas Artes da Universidade Federal doRio de Janeiro.
2 Ricardo Prati Fernandes. Acadêmico do curso de Paisagismo da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
3 Docente do Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Departamento de Ciência da Literatura da Faculdade de Letras/UFRJ. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Editorial Board Member of International Journal of Literature and Arts.http://www.sciencepublishinggroup.com/journal/editorialboard?journalid=502


 

A imprensa negra e a escrita como ato político

Julie Angel


   Essa pesquisa busca expor a importância da imprensa negra no século XIX e da escrita como ato político, através da análise das edições do periódico O Homem de Cor. O periódico produzido por Francisco de Paula Brito no século XIX marcou o início da imprensa negra no Brasil, o jornal quebrava estereótipos forjados pelo  colonialismo ao registrar a participação ativa do negro na história do país enquanto sujeito crítico e reflexivo.
   A escrita de Francisco de Paula é também um ato político, pois o jornal dava voz a sujeitos que eram diariamente silenciados, o ato de denunciar o racismo cotidiano e narrar a própria história também é um ato de tirar a máscara de silenciamento que o colonialismo impôs ao povo preto " Eu sou quem descreve a minha própria história, e não quem é descrita (Kilomba, 2019, p.28). A pequena classe média negra ascendeu socialmente em pleno período escravista, ocupou lugares de prestígio social, lutou contra a discriminação racial enfrentando diversos obstáculos e usou os meios de comunicação como forma de protesto contra a violência física, moral e psicológica sofrida pela população negra.

Palavras Chave: Imprensa; O Homem de Cor; Relações Raciais.


 

 

Do Leme ao Pontal

Giovana Gomes Alves

Muito além de futebol e carnaval, o Rio de Janeiro é palco de uma grande variável de estilos musicais, como o funk, a bossa nova e samba, que ganham destaque e repercussão pela cidade a fora. Como berço de inúmeros artistas nacionais conhecidos e renomados, o Rio, assim como tudo o que ele abriga e significa, não cai no esquecimento nem quando os mesmos estão elaborando suas composições. A listagem de trechos e melodias que retratam a cidade e seus esplendores nas suas mais singelas manifestações, não faltam na vasta gama de sucessos nacionais.

   Ao citar nomes, sempre iremos pensar no saudoso Tom Jobim e João Gilberto, A região litorânea do Rio de Janeiro, também serviu de inspiração para Tim Maia, artista do soul e funk incorporado a clássica MPB, ao compor Do Leme Ao Pontal, música que utiliza o nome dos bairros para limitar o percurso de 35km da costa praiana do Rio de Janeiro, de zona sul a zona oeste. Suas motivações ficam claras a qualquer turista ou residente que faça o trajeto descrito por ele nessa música: a beleza inebriante da paisagem, dos pontos turísticos e da vida carioca.

  Embora a canção tenha sido escrita em 1986, num cenário nacional pós-ditatorial conhecido e estudado posteriormente como “A Década perdida” e, ao mesmo tempo,momento de ascensão democrática, o sentimento saudosista e de libertação estava permeando entre as mais diversas composições. Tim Maia utilizou de seu espaço na arte para enfatizar a beleza do cotidiano, porém, hoje, sua viagem teria muitos outros detalhes. Em quatro décadas, a cidade ganhou novas histórias e novos personagens, como a condecorada estátua de bronze de Clarisse Lispector e Ulisses sentados sob a Mureta do Leme, simbolizando o período de vida que a mesma passou alí, ou até mesmo a de Ary Barroso, há poucos metros dalí. Copacabana, a Princesinha do Mar, tem hoje, sentado no Posto 6, o ilustre Carlos Drummond de Andrade, o mais famoso poeta contemporâneo, em bronze, sempre aberto a uma conversa, foto ou abraço. Seguindo adiante pelo calçadão, encontramos a estátua de Dorival Caymmi com seu violão dando um “olá” a quem passa. Seguindo a viagem, em Ipanema, próximo ao Arpoador, encontramos a figura do jovem Tom Jobim com seu violão sob os ombros, andando tranquilamente pela orla e, só por sua presença, lembra a todos do sucesso mundial que foi e é “Garota de Ipanema”.

Palavras Chave: cidade; orla, Rio de Janeiro.

 



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


ABREU, M. - Evolução Urbana do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1988. A Avenida Central.
Disponível em: http://multirio.rio.rj.gov.br/index.php/estude/historia-do-brasil/rio-de-janeiro/66-o-rio-de-janeiro-como-distrito-federal-vitrine-cartao-postal-e-palco-da-politica-nacional/2913-a-avenida-central

BENCHIMOL, J. L. - Pereira Passos: um Haussmann tropical - SMCTT - Rio de Janeiro, 1990. Biblioteca Virtual Oswaldo Cruz - Reforma Pereira Passos.
Disponível em: http://oswaldocruz.fiocruz.br/index.php/biografia/trajetoria-cientifica/na-diretoria-geral-de-saude-publica/reforma-pereira-passos Acesso em: 29/08/2020.

VELLOSO, V. P. Cartões-postais: imagens do progresso (1900-10). História, Ciências, Saúde-Manguinhos, v. 7, n. 3, p. 691–704, fev. 2001.

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